Rita Moreno é atriz, cantora e dançarina, porto-riquenha, primeira hispânica a ganhar os prêmios Oscar, Emmy, Tony e Grammy. E aos 90 anos (completos em 11 de dezembro) se prepara para o lançamento do novo filme de Spielberg, “West Side Story-Amor Sublime Amor”, sua segunda vez no musical depois de seis décadas, agora como atriz e produtora executiva.

Rita Moreno

Na primeira versão, o papel de Anita lhe garantiu um Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante. Hoje, interpreta Valentina, dona da Doc’s, loja de doces, amiga e protetora do protagonista Tony. Namorou Elvis (a quem chamou de “amador” no sexo), manteve um tórrido romance com Marlon Brando (“lust of my life”, segundo ela um amante inesquecível mas péssimo namorado) e contou outras e fofocas hollywoodianas no documentário “Rita Moreno: Just A Girl Who Decided To Go For It”, exibido no último festival de Sundance.

Uma super mulher, sem dúvida alguma, inspiração e exemplo de força feminina. Viuva há 11 anos do pai de sua única filha, ela diz que nunca esteve tão feliz. E o filme terá valido a pena, nem que seja apenas para assistir a sua performance.

Rodrigo Faour é jornalista, autor, pesquisador musical, produtor, diretor e roteirista de espetáculos, grande conhecedor da história da música popular brasileira. Seu último livro, “História da Música Popular Brasileira. Sem Preconceitos. Dos Primórdios, em 1500, aos explosivos anos 1970. Vol I.” (Editora Record), nos dá um panorama da MPB desde a chegada dos portugueses até os conturbados anos 70, numa viagem deliciosa através da riqueza da nossa diversidade musical. E ainda podemos embalar a nossa leitura ouvindo a trilha sonora que acompanha o livro. Simplesmente maravilhoso.

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